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Por mais absurdo que possa parecer, algumas drogas são vendidas livremente por aí, inclusive com nota fiscal e os governos lucram bastante com isso. As empresas que as produzem investem pesado em propaganda e marketing, criando comerciais que incentivam o seu consumo – quase sempre usando o apelo de pessoas saudáveis e crianças sorridentes.

Normalmente sabem do mal que o produto causa, mas, como não é nada que nos mate instantaneamente, fazem vista grossa e se concentram em ganhar bastante dinheiro enquanto podem.

Depois de uma série de estudos e pesquisas; resolvi publicar (semanalmente) informações que estão escondidas… demonstrando que “drogas” são estas; e quais os efeitos degenerativos que causam no nosso organismo. Garanto que a maioria ficará chocada e buscará uma alternativa para por fim ao consumo destas “drogas legais”.

Mas já aviso: qualquer mudança em seus hábitos dependerá exclusivamente de você. Minha parte será apenas informar. Desta forma, se você não tomar a iniciativa de mudar, pelo menos não poderá falar que não sabia dos riscos que corria.

Como primeira matéria, resolvi falar sobre um “pó branco” que se compra no mercado; demonstrando que, assim como aquele que se compra com o traficante, quem a consome também é um viciado. Açúcar refinado vicia. O açúcar é o pó branco legalizado.

Sim, o açúcar branco, aquele que se coloca em quase todas as bebidas e alimentos do nosso dia-a-dia, como cafés, chás, sucos, bolos, pães, doces em geral; é droga e vicia.

Essa “droga” produz no cérebro sensações similares às da cocaína e da heroína – principalmente nas crises de abstinência. Quer saber como? Continue lendo…

A sacarose (nome dado ao açúcar branco) é um carboidrato simples. Ou seja, só proporciona em sua queima calorias vazias, pois não contém nenhum nutriente. Tudo é eliminado durante a refinação, com a adição de conservantes químicos e clarificantes, deixando o produto branco e soltinho (questão unicamente estética).

Ele é extremamente concentrado (mais ou menos em 1 colher de açúcar você tem quase 1 metro de cana) o que desgasta e sobrecarrega o organismo. Nutricionalmente, não há absolutamente nada em sua constituição para ser assimilado. Além disso a sacarose, uma vez no organismo, se apropria de vitaminas e minerais como o cálcio e a vitamina B1.

A utilização constante do açúcar branco descalcifica e desmineraliza o organismo, proporcionando uma condição super-ácida ao mesmo. Rapidamente, o corpo passa a ter carência de cálcio, magnésio, zinco e selênio… isso pra não citar outros nutrientes protetores.

O efeito da “droga” não pára por aí: o açúcar enfraquece o sistema imunológico, reduzindo a resistência do organismo à vírus e bactérias, deixando a pessoa mais propensa a gripes, rinites, cistites, cáries e a um progressivo desequilíbrio da flora intestinal.

Também está diretamente relacionado ao desenvolvimento da obesidade, hipertensão, diabetes e alguns tipos de câncer, tais como: intestinos, mama, ovários, útero, próstata e rins.

O açúcar branco desregula a produção da insulina. Produzida pelo pâncreas, a insulina é um hormônio que participa no metabolismo dos açúcares no sangue. Quanto mais açúcar se consome maior será a quantidade de insulina lançada no sangue.

Hábitos alimentares ricos em açúcar, desencadeiam um círculo vicioso no qual, quanto mais a pessoa come, mais necessidade sente de comer. Tais hábitos fazem o pâncreas trabalhar constantemente dilatado.

O resultado é uma pessoa mais propensa ao acúmulo de gordura e à voracidade em alimentos que só pioram a saúde. Ou seja, se você come açúcar todo dia, você está se matando aos poucos.

O açúcar estimula o sistema nervoso. Consumido em excesso acarreta um aumento da glicemia. Como é absorvido muito rápido, provoca sua queda brusca logo em seguida. O resultado deste processo proporciona cansaço, moleza, fome, fadiga ansiedade e depressão – o que “motiva” a pessoa a consumi-lo novamente.

Com o passar dos anos o nosso corpo começa a reclamar – vide os casos de diabetes que tem aumentado no mundo todo, até mesmo em crianças. Claro que não podemos culpar somente o açúcar por isso, mas seu consumo em excesso é um dos vilões dessa história.

Atenção pais. Seus filhos andam meio estranhos, irritados, ansiosos ou depressivos?

É fácil perceber que crianças e adolescentes normalmente têm uma alimentação rica em açúcares – a maioria não bebe água ou sucos naturais, somente refrigerantes – por isso, quase sempre estão deprimidos, preguiçosos e com fome constante (compulsiva).

Muitas vezes existem outros motivos, mas podemos atribuir boa parte destes comportamentos ao alto consumo de açúcar. Em uma frase: eles não comem muito açúcar por estarem deprimidos, mas ficam deprimidos por comerem muito açúcar.

(…)

Recentemente, na Universidade de Princeton (New Jersey – USA) foi realizado um estudo com um grupos de ratos (sabe-se que os roedores possuem reações cerebrais semelhantes as do homem, por isso são constantemente utilizados como cobaias), alimentando-os com pequenas doses de água, ração e açúcar branco – igual ao que se compra no mercado.

Com o passar do tempo os ratinhos queriam doses cada vez maiores de açúcar. Assim que se acostumaram ao pó branco, os cientistas cortaram o seu consumo imediatamente.

Adivinhem qual foi a reação dos roedores? Idênticas a de um viciado em crise de abstinência: choro, ansiedade, transtornos obsessivos e colapsos nervosos.

Na etapa seguinte, passaram a oferecer álcool além da ração e da água. Imediatamente os ratos passaram a consumi-lo, evidenciando a existência de alterações compensatórias em suas funções cerebrais.

Continuaram os estudos aplicando uma pequena dose diária de anfetaminas (tão pequena que normalmente não surtiriam efeito algum); como resultado os ratos tornaram-se hiperativos.

– “O aumento da sensibilidade a psicoestimulantes é um efeito duradouro no cérebro que pode ser um componente da toxicomania” – concluiu o Professor Bart Hoebel, cientista da Universidade de Princeton que conduziu a pesquisa.

Na natureza nunca comeríamos tanto açúcar como consumimos em nossas sociedades urbanas – é a sua farta produção e o fácil acesso (preço baixo) que desencadeia seu consumo em excesso. É algo para se refletir, não acham?

A falta de informação a respeito destes males também contribui bastante para o seu consumo desenfreado. Sem esquecer de mencionar que o paladar “se acostuma” com esta quantidade de açúcar que degustamos diariamente.

Com certeza, se você soubesse destas informações que acabo de repassar aqui não colocaria açúcar branco na mamadeira do seu filho, colocaria?

(…)

A solução é simples, pode até ser difícil no começo, mas é só rompermos imediatamente (e definitivamente!) com este hábito.

No início acharemos tudo amargo, apenas meio doce… mas aos poucos, e progressivamente, o verdadeiro sabor dos alimentos começam a reaparecer, destacando-se em suas nuances, e passam a ter seus nutrientes assimilados na íntegra – justamente pelo fato de estarem sendo consumidos sem a presença do açúcar branco.

O desaparecimento dos sintomas mencionados anteriormente é quase que imediato – faça um teste! ;)

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Existem outras formas de adoçar a vida, temos o açúcar mascavo, a frutose e a stévia, também o açúcar demerara e o mel. Os mais indicados são o mel e a stévia – principalmente no caso de diabéticos.

Claro que, consumido em excesso, estes açúcares também vão desencadear reações desagradáveis. A moderação é a chave para um consumo saudável – menos no caso do açúcar branco; que, seja em excesso ou em poucas quantidades continua fazendo mal. Açúcar é “não-alimento”. – definem os especialistas.

Dê espaço ao sabor natural das frutas; sejam elas ácidas, doces ou amargas… acostume-se a outros sabores.

A idéia não é ficar neurótico… afinal todos estamos vivos após anos de vício… mas deixe a opção do açúcar para quando não existir mais nenhuma outra. Mude seus hábitos no dia-a-dia.

Quase tudo o que compramos no supermercado é infestado de sacarose, por isso fica bem difícil fugir. Mas não desanime… apenas aceite que a saída é a mudança radical do comportamento alimentar.

Consuma mais alimentos frescos e crie o hábito de ingerir sucos de frutas naturais, sem adoçante, ou qualquer outro tipo de açúcar. Isso só vai melhorar a sua saúde, livrando-o de cáries, obesidades e alterações de humor. Acredite… é tudo verdade!
;)

Fontes bibliográficas:

O Livro Negro do Açúcar (Fernando Carvalho – 2006)
Sugar Blues – O Gosto Amargo do Açúcar (William Dufty – Editora Ground – 1996)

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Que tal um jantar nas nuvens?

Se todo final de semana é aquela indecisão sobre onde jantar, aí vai uma dica bem inusitada. Dinner In The Sky. A “coisa” está fazendo tanto sucesso que os organizadores estenderam a experiência para outros eventos, como: casamentos, shows, reuniões… e por aí vai. Cada louco com a sua loucura!

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Por indicação da senhora minha mãe, li o livro “O que seu médico não sabe sobre medicina nutricional pode estar matando você”, do Dr. Ray D. Strand. Publicado com o intuito de esclarecer o papel da medicina nutricional, o médico baseou-se em pesquisas de várias publicações renomadas dentro da medicina e, principalmente, na sua própria experiência familiar.

O que eu achei mais interessante é o alerta que o Dr. Ray nos faz à respeito da medicina preventiva tradicional. Segundo ele, “ela não previne nada”; pois a utilização de exames avançados, só conseguem realizar um diagnóstico antecipado das doenças.

Dr. Ray acredita que os médicos da medicina tradicional, deveriam instruir seus pacientes sobre como proteger a sua saúde. No entanto, só fazem simplesmente tratar a doença e não preveni-la.

– Tudo poderia ser resolvido com a simples mudança do estilo de vida do paciente. – Afirma ele.

Acontece que, economicamente, é mais interessante, tanto para os médicos, quanto para os grandes laboratórios e a indústria farmacêutica em geral, continuar lucrando (horrores!) ao proporcionar um tratamento prolongado das doenças – através do controle ou da inibição de um determinado sintoma (paliativismo) – do que promover sua prevenção através da comercialização em massa de vitaminas.

O ideal seria que fossem realizadas campanhas para estimular o consumo das vitaminas (principalmente através da alimentação), conscientizando a população sobre a importância na prevenção de doenças. Mas na realidade, isso não acontece e só nos mostra claramente o quanto somos reféns de um governo e de laboratórios farmacêuticos perversos.

(…)

“Se desejamos chamar algo de preventivo, então creio que esse algo deva, de fato, prevenir alguma coisa. Afirmo enfaticamente que a verdadeira medicina preventiva envolve estimular e apoiar os pacientes na adoção de uma abordagem tríplice: comer saudavelmente, praticar um programa consistente de exercícios e ingerir suplementos nutricionais de alta qualidade. Dar aos pacientes condições para evitar a contração de alguma dessas grandes doenças é a verdadeira prevenção”.

– O grande vilão é o tal “estresse oxidativo”. – Ele explica que, estresse oxidativo é o aumento, em determinadas situações adversas e de forma desordenada, da concentração de radicais livres em nosso organismo, provocando diversos tipos de lesões.

“Todos sabemos que o oxigênio é vital para a própria vida. Todavia, ele também é, inerentemente, perigoso para nossa existência. Isso é conhecido como paradoxo do oxigênio. Pesquisas científicas demonstraram, para além de quaisquer dúvidas, que o estresse oxidativo, ou dano celular por radicais livres, é a causa primária de mais de setenta doenças degenerativas crônicas. O mesmo processo que faz o ferro enferrujar ou uma maçã cortada ficar marrom é o iniciador subjacente de doenças como: câncer, apoplexia, artrite, esclerose múltipla, mal de Alzheimer, degeneração macular, osteoporose, doenças auto-imunes, diabetes, fibromialgia, doenças cardíacas, etc.”

“É isso mesmo… estamos, de fato, enferrujando por dentro. Todas as doenças degenerativas crônicas que mencionei resultam diretamente dos efeitos tóxicos do oxigênio. Realmente, o estresse oxidativo é a teoria líder por detrás do próprio processo de envelhecimento.”

Hábitos de vida ruins, como a ingestão de álcool, tabagismo e dieta inadequada; poluição da comida, da água e do ar, exposição à luz ultravioleta, radiação e estresse emocional excessivo, contribuem para o desenvolvimento deste processo.

Em resumo, no estresse oxidativo, o aumento de radicais livres, provoca lesões múltiplas em diversas estruturas e a posterior disfunção do nosso sistema imunológico.

“Para deter o estresse oxidativo, o corpo necessita de antioxidantes em quantidade suficiente para dar conta de todos os radicais livres, e os antioxidantes necessitam de todos os nutrientes de apoio para bem cumprirem sua função.”

“O equilíbrio é a chave para vencer essa guerra sustentada. A maioria dos antioxidantes que obtemos advém de vegetais e frutas. Os antioxidantes mais comuns são a vitamina C, a vitamina E, a vitamina A e o betacaroteno. Podemos obter diversos outros antioxidantes de nossa alimentação; esses incluem a coenzima Q10, o ácido alfalipóico e os coloridos antioxidantes flavonóides. É importante compreender que os antioxidantes funcionam em sinergia, desarmando os radicais livres em áreas distintas do corpo.”

(…)

Ao longo do texto, é legal perceber que o Dr. Ray não faz autopromoção, e sim, desperta as pessoas para uma vida mais saudável e acessível… estimulando a prevenção (muito mais barata e alegre!), do que o doloroso e caro tratamento de uma doença no futuro.

Vale parar um “tempinho”, esquecer as experiências do “ouvi dizer” e dar uma olhada séria neste livro. Aprendi bastante e já comecei a aplicar o conhecimento aqui em casa.
;)

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Eu realmente não gosto de desiludir as pessoas, mas preciso deixar bem claro (para algumas) o seguinte: o lixo que jogamos na lixeira não desaparece sozinho! Eu sei que pode ser uma descoberta incrível para alguns desavisados, mas a verdade, é que a lixeira não tem poderes mágicos; muito menos o lixeiro.

Cada pessoa produz em média 1 kg de lixo por dia. Somos bilhões de pessoas no planeta, o que complica bastante a situação. Pra piorar (tudo sempre pode piorar!) alguns produtos  demoram de 50 à 100 anos (ou mais) para se decompor; como é o caso do isopor e do plástico.

post_lixoEssa “lixarada” toda polui o solo, as águas, aumenta a emissão de co2 (através da sua queima) e nos condena a um futuro desesperador no planeta.

Não produzir lixo é impossível, mas diminuir sua produção é completamente viável – só precisa de comprometimento.

Isso mesmo, precisamos nos comprometer em sujar menos, em consumir menos… e, principalmente, nos conscientizar  do legado que estamos transferindo para as futuras gerações. Acima de tudo, é uma questão de respeito. Respeito com os nossos filhos e com o nosso planeta – que sempre nos acolheu muito bem.

Tenho uma filha de 9 anos que, recentemente, se deu conta do seguinte fato: daqui a 30 anos, ela e seus amigos é que terão que encontrar uma solução para os problemas ambientais que a nossa geração está causando. E reclamou a beça.

Expliquei pra ela que o ser-humano está em constante evolução e que ainda erra bastante,  e que dá mesma forma, nós estamos nos deparando com os problemas que as gerações anteriores nem sabiam que estavam causando.

Mas no nosso caso a responsabilidade é maior, já que fica cada vez mais claro as consequências dos nossos atos. Não podemos agir como se não percebêssemos que o planeta está sendo poluído… como se não tivéssemos nada a ver com isso.

Pra começar, o que podemos fazer é consumir menos e de forma inteligente. Mudar alguns hábitos consumistas enraizados em nossa cultura – que associamos erroneamente à felicidade e qualidade de vida.

Por exemplo: no Brasil, temos vergonha de reutilizar coisas. Somos um país de terceiro mundo cheio de miséria e pobreza, mas que adora fingir que é rico e próspero. É curioso notar que, exatamente nos países desenvolvidos; a preocupação do governo e da população com as causas ambientais são infinitamente maiores. Por lá, as leis funcionam e a educação ambiental é uma realidade presente.

Talvez por não terem os recursos naturais que temos – ou pelo pouco que tinham já terem sido esgotados – aprenderam rapidamente a preservar, buscando alternativas inteligentes de se viver em harmonia com o planeta. Seria bom se agíssemos sabiamente, aprendendo com os erros e acertos dos outros. E importássemos o que realmente importa: a educação.

Precisamos agir com consciência, nos questionando diariamente: será que devo realmente comprar isso? Eu preciso? Não existe uma alternativa econômica e ecológica mais simples e barata?

Ignorar que nosso planeta está sendo deteriorado,  por ignorância ou por descompromisso é um fato gravíssimo! Nem um bom mágico fará toda a sujeira que produzimos desaparecer de uma hora pra outra; somos nós que teremos que dar uma solução. Temos que pensar coletivamente, deixar o egoísmo e ignorância de lado, mudarmos esse pensamento constante de viver levando vantagem em tudo, transferindo para outros a nossa responsabilidade  e gastando dinheiro à toa.

De tudo o que consumimos diariamente, 40% vai para o lixo imediatamente: são embalagens, sacos, papéis, móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, automóveis, restos orgânicos, etc.

Existem leis sobre reciclagem  no país; mas na prática nenhuma funciona. A coleta seletiva não foi implantada em larga escala. Existem falhas enormes no destino do pouco lixo que é selecionado.

Em todas as cidades brasileiras, o responsável pelo recolhimento do lixo reciclável é a prefeitura, que precisa destinar verba de seu orçamento diretamente para isso e não a empresa que produziu aquele produto.

Como a maior parte das prefeituras não conseguem sequer arcar com as necessidades básicas da população – atendimento médico e hospitalar digno, educação de qualidade, lazer e cultura – não consigo imaginar quando é que vão tomar alguma medida responsável a respeito do lixo.

Mas como tudo no nosso país, se ficarmos esperando o governo ou as autoridades competentes fazerem alguma coisa responsável a respeito,  vamos todos nos dar mal, pois a cada dia que passa nossa situação só piora.

Vamos viver sem ilusões, não existe mágica que faça estes problemas sumirem, mas existe sim uma mágica, que pode fazer com que tudo fique mais fácil e que atua quando as pessoas se comprometem em agir visando um bem maior: é a solidariedade, que muda nossas vidas – independente da classe social – sempre para melhor.

Seja solidário com uma grande causa, solidário com a sua família, com seus semelhantes e com o seu planeta.

Comprometa-se! Algumas sugestões para diminuir a produção de lixo.

• Reutilize potes ou garrafas de plástico, vidro ou latas de alumínio – com um pouco de criatividade você pode fazer coisas lindas e únicas!

• Use suas próprias sacolas nas suas compras – adquira uma ecobag. Existem vários lojas (principalmente na internet) que vendem sacolas de pano lindas e que você pode usar sempre que for às compras. Assim não volta com uma dezena de saquinhos numa simples ida à rua.

• Consuma menos papel – quando possível utilize o verso para anotações.

post_lixo2• Compre frutas e legumes por unidade ou peso, evitando aquelas que ficam embaladas em isopor ou plástico. Além de serem mais caras, as embalagens serão descartadas rapidamente.

• Troque o supermercado pela feira, que não embala os produtos e oferece preços menores. Opte por itens da estação, que proporcionam qualidade melhor e preços mais baixos.

• Crie um cardápio semanal, levando para o supermercado uma listinha só com o que você vai precisar usar naquela semana, desta forma você evita bastante o desperdício.

• Carregue uma garrafinha de água dentro da bolsa, assim você evita gastar na rua e ainda produz menos lixo.

• Se você precisa de um móvel pra sua casa, antes de ir comprar um novo, dê uma passada numa dessas lojas de usados, que normalmente têm peças em bom estado de conservação – geralmente são feitos com madeira de qualidade e duram muito tempo. Quase sempre, só precisam de uma melhorada na aparência – nada que uma lixa e tinta, ou alguns retalhos de tecido não resolvam.

(…)

São pequenas atitudes que, separadas, parecem até não surtir efeito. Mas quando colocadas em prática, coletivamente, abrem espaço para um centena de novas idéias… podendo melhorar em muito a nossa qualidade de vida.

Acredite que, com a mudança de hábitos, menos consumo, mais consciência ao produzir e despachar o seu lixo diário, você está colaborando de verdade para salvar nosso planeta.

Mude hoje sua forma de agir… e cobre as mesmas mudanças de seus parentes, familiares e amigos – a natureza, e os nossos filhos, agradecem.
;)

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Qual vai ser: Mágica ou Comprometimento? by Fabiana Pereira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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Minha casa, meu reino.

Nada como a casa da gente, né? Pode ser pequena, grande, bagunçada ou hiper organizada, como dizia nossa amiga Doroty: “não existe melhor lugar no mundo do que a nossa casa”.

Primeira casa então é fantástico. Você não tem idéia do que precisa nem como fazer, pede ajuda pra mãe, pra amiga e pra tia. Cada um tem uma opinião e você, acaba fazendo o que quer, ou não fazendo nada ou seguindo a opinião de alguém e se arrependendo depois.

post_casa_reinoAntes de fazer qualquer modificação na sua casa lembre-se que você é a pessoa que terá que conviver com aquilo diariamente. Às vezes, aquela escultura de alce que a sua mãe acha um charme, na loja, te dê sustos à noite quando levantar.

O bom de casa é ter espaço, o ar poder circular, nada de entulhar de móveis e quinquilharias. Só dão trabalho pra limpar e viram mais uma preocupação.

Mas é claro que algumas tralhas a gente se apega, tem carinho, memória afetiva… então mantenha, mas sem excesso. Avalie bem e veja se realmente precisa disso. Se for apego, não se preocupe…  na hora certa você se liberta e vai dar um destino.

Quanto menos pra se preocupar e fazer manutenção, mais tempo livre e mais grana pra fazer outras coisas. Tenha somente o necessário, seja na sua casa, no seu guarda roupa ou na sua vida.

Dicas para casa:

post_casa_reino2Normalmente, quem vive sozinho se descobre um bom gourmet e arrisca várias receitas pra impressionar os amigos e manter mais gente em casa, para um bom bate-papo.

Uma boa dica é ter vasinhos com temperos a mão, são fáceis de cuidar e não ocupam muito espaço. Você pode colocar numa prateleira embaixo da janela, no parapeito interno ou na pia da cozinha (se tiver espaço).

Se rolar uma varanda no seu apartamento fica mais fácil ainda e você pode virar um privilegiado com direito a uma horta particular.

Dá pra colocar os vasinhos em potinhos decorados ou latas bonitas.

Algumas lojas vendem mini-estufas, são praticas e bem bonitinhas, você pode escolher entre plantio de ervas, flores que atraem borboletas ou beija-flores e até um especial para pimentas.

Se você for ambicioso e quiser fazer uma hortinha, esse blog ensina passo a passo a combinações de ervas em vasos. Vale dar uma olhada antes de começar sua empreitada!

Pra ser prático, compre mudas (vende em supermercados, feiras ou na floricultura) e não as sementes (eu nunca consigo fazer com que elas cresçam!), mantendo-as próximas à janela. Molhe uma vez por dia e pronto… sempre vai ter fresco: manjericão pro macarrão, orégano pra pizza, tomilho pro peixe, boldo pro chá (quando acordar de ressaca), hortelã pro suco e por aí vai.

Sua horta sem pesticidas, mais saudável… e dando ao seu reino um charme a mais.

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Preciso parar de mentir!

Não gosto de mentir. Não me sinto bem, acho que vou ser pega a qualquer momento e isso me faria ter que dar explicações – o que complicaria tudo infinitamente.

Alguns mentem com tamanha facilidade, que fico admirada pela capacidade do sujeito em se afastar da realidade, inventando uma outra mais conveniente no momento.

Mas mentir mal não melhora a minha situação. Sou uma mentirosa… e o pior: minto diariamente, principalmente para os meus filhos. Na verdade, eu gostaria mesmo era que minhas mentiras fossem a realidade. Pensando assim, poderia me justificar, explicando que só minto por uma boa causa.

Só que mentiras nunca resolveram nada…

Falo pros meus filhos, que só estudando muito é que terão oportunidades na vida e possibilidades reais de mudar o mundo. No entanto, cada vez mais, vejo gente muito bem preparada sendo colocada de lado por uma belo par de coxas ou por um bom acordo financeiro.

Quando as crianças se assustam com a abordagem de uma outra criança, só que esta de rua, falo que não precisam ter medo; que a outra é também só uma criança… porém maltratada e assustada… que, infelizmente, não teve os mesmos cuidados e carinhos que elas. Mas sei (mais do que elas) que esta carrega marcas profundas de dor e sofrimento; as quais, muitas vezes, imprimem de forma definitiva sentimentos de revolta e violência em sua alma, corrompendo o caráter e a personalidade desde muito jovem – sei de meninos com menos de 10 anos que matam e praticam crueldades facilmente (daí, o medo inevitável!).

Ensino que os mais velhos são confiáveis e que precisam ser respeitados, tratados com simpatia. Aí leio no jornal sobre um avô que estuprou e engravidou a neta de 9 anos… sobre outro, que submeteu uma criança à absurdos, aproveitando-se de sua necessidade imediata de dinheiro ou alimentação.

Quando me perguntam se está tudo bem, mesmo com a vida a mil, e uma centena de problemas vindo à tona ao mesmo tempo, eu (falsamente) sorrio e respondo que está tudo ótimo, que a vida não podia estar melhor.

Como? Como alguém em sã consciência pode falar que está tudo bem?

Não vivemos trancados nas nossas casas. Vivemos? Em algum momento, temos que interagir com pessoas e situações complexas além de nosso seio familiar, e, por isso, não podemos fingir que não temos responsabilidade alguma pelo sofrimento alheio. Muitos acreditam que se responsabilizar apenas pela própria família basta… e repetem de forma conveniente: – Eu faço a minha parte!.

(…)

Não posso mais manter a posição que mantenho: cômoda. Tem sido muito fácil enxergar os erros ao meu redor… mas é bem difícil participar e transformar.

Percebo que eu não sou a única mentirosa, vejo pessoas que mentem mais do que eu, só que viver mentindo dá uma agonia, uma angústia as vezes…

Preciso parar de pensar da velha forma de que, já que “eu não faço mal a ninguém”, então está tudo certo. Quando na verdade eu preciso refletir sobre: “a quem eu faço bem”?

Pois sei que só assim é que vou parar de mentir, vou ajudar a transformar os erros em acertos, as maldades em bondade e o egoísmo em caridade; tornando minhas mentiras verdades.

A verdade muitas vezes pode ser chocante ou desesperadora. Mas se não a falo, não preparo as pessoas para a realidade que, inevitavelmente, todas irão encontrar, cedo ou tarde. Assim, vou acabar formando pessoas que também mentem… para não se envolverem, para não assumirem responsabilidades, além das do próprio sangue.

Cansei… Quero viver das minhas mentiras, quero que elas se tornem realidade. Não quero aceitar (nem me acostumar) com essa realidade feia e deprimente que vejo; pelo menos, não sem me rebelar… quero que as minhas mentiras imperem. Qual o caminho, qual a fórmula, ainda não sei ao certo, mas pelo menos vou tentar descobrir.
;)

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Crise, crise… que crise? A crise atual é só mais uma história que nos contam. Se você agir, vai perceber que ela não existe – assim como o bicho papão. Os governos e a imprensa querem te vendê-la, você só compra se quiser.

E fique atento, pois eles adoram vender outras coisas na sequência… logo aparecerá uma solução pra crise. Mas nada, absolutamente nada, na nossa vida vai realmente mudar. Aqui no Brasil, vamos continuar tendo que dar “nó em pingo d’água” pra vivermos dignamente.

Como diria nosso amigo Albert: “Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento.”

Sem essa de crise… dê asas à sua imaginação, solte sua criatividade, se dedique e trabalhe que você irá perceber que a crise é somente uma invenção.
;)

Mas vamos ao que interessa:

Hoje vou mostrar umas dicas bem legais de decoração pra sua casa, utilizando a criatividade e a consciência ecológica.

E nada de pensar que decoração é frescura, cuidar da nossa casa nos faz bem. Além de nos proporcionar aquele charminho básico… pois a gente merece.

A sua casa é igual a você. Em cada canto tem uma lembrança, uma bagunça a ser resolvida, uma decisão que precisa ser tomada, uma escolha feita por impulso que mais atrapalhou do que teve utilidade… e por aí vai.

Decorar a casa não significa comprar milhares de coisas ou chamar alguém que cobre uma fortuna por isso. Uma cadeira é só uma cadeira. Sem apegos ou super valorizações. O importante é o quanto a decoração proporciona uma qualidade de vida pra você.

Aproveitando que o assunto em voga é a crise mundial, podemos decorar nossa casa, percorrendo um caminho reverso – se dando conta da necessidade de gerar menos lixo no planeta – utilizando pra isso uma das armas mais poderosas que temos: a criatividade.

Reaproveitando coisinhas que passam desapercebidas – unindo, literalmente, o útil ao agradável – podemos economizar bastante para personalizar o nosso espaço.

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Banco velho, daqueles que pedreiro usa em obra vira uma mesinha charmosa.

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Latas forradas com tecido e cola – fácil de fazer e interessante pra organizar coisas na mesa de estudo ou de trabalho.

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Latas e garrafas podem ser transformadas em vasos.

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Latas e garrafas podem ser transformadas em vasos.

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Bagunça no armário do banheiro? Nada que umas latinhas de molho de tomate não resolvam... você pode pintar ou colar um tecido em volta.

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Latas de tinta sobrando em casa? Penduradas na parede viram um belo porta toalhas.

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O gato tá sem cama? Uma mala velha resolve!

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Fios espalhados perturbando? um rolo de papel higiênico forrado com um tecido legal resolve. Vai dizer que você percebeu que isso era um rolo de papel higiênico?

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Potes de vidro guardam o que você quiser...

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Muitos encontros geram muitas rolhas... e elas viram um porta panelas.

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Gavetas velhas pintadas e com tecido forrando o seu fundo... viram uma estante bem interessante.

Depois destas dicas, pode ter certeza que você nunca mais vai olhar com desdém para uma garrafa de azeite vazia.

;)

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A crise está aí pra você se reinventar! by Fabiana Pereira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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Não seja igual a todo mundo.

Sabe quando você é o principal assunto do seu dia? Ou pior, da sua vida? Tudo gira em torno de você: o que você gosta, o que você não gosta, se você está feliz ou infeliz. Rola um lance totalmente egocêntrico; é um tal de eu pra lá, meu pra cá, minha acolá… piora, quando se acrescenta o “eu sou isso, eu sou aquilo.” Parece até que “eu” é a única palavra que existe.

Isso é um assunto gravíssimo! – como diria meu marido.
:)

Egoesclerose. Palavrinha interessante essa, né?

A primeira vez que me deparei com ela, foi no livro “Auto Perfeição por Hatha Yoga“ – do professor Hermógenes. De acordo com ele: “A Egoesclerose é a hipertrofia do ego, do fulano de tal que eu penso que sou. Só trabalha para si próprio, só serve a si mesmo. É o egoísmo, a autopromoção… uma das doenças da modernidade.”.

Quando temos total convicção de que somos as melhores coisas do universo, que todas as nossas escolhas são incríveis e mais importantes do que tudo; criamos um apego ao nosso ego, um individualismo, que nos afasta da característica mais evolutiva que podemos ter: a humildade. E com isso, perdemos a oportunidade de aprender – que é aquilo que nos leva ao aperfeiçoamento e a sermos realmente felizes.

th_malesA outra grande doença da modernidade segundo o professor, é a Normose (essa eu acho que todo muito tem um pouco!). Em suas palavras: ”… a normose é a doença de ser normal. A  pessoa se convence  de que precisa se encaixar num padrão”. Para ele, a Normose e a Egoesclerose são duas doenças, e explicam todo o sofrimento humano.

Se encaixar em padrões, buscar segurança nos outros, ser igual ou normal. É o que muitas pessoas acham necessário para viver melhor. E passam a vida feito gado, sendo guiados de pasto em pasto. Vestem o que está na moda mesmo que não valorize o seu tipo físico; buscam a profissão da moda, mesmo que não tenham qualquer amor por ela; comem o que todas as pessoas normais comem, mesmo que isso gere doenças; pensam como todos pensam, mesmo que esse pensamento só os faça mal.

Para as pessoas que sofrem de Normose, o importante não é agir de forma certa ou errada, e sim seguir a maioria. Ser normal, é viver de clichês… seguir com atos e pensamentos o que todo mundo segue… tudo para nos sentirmos seguros, para sermos aceitos, sermos “iguais”. E assim vamos seguindo, como cópias mal feitas de algo que alguém falou que era o certo.

Só que se encaixar num padrão não é simples, as pessoas são diferentes e a graça da humanidade está nisso. Deus é um cara criativo: milhões de pessoas no mundo com o rosto do tamanho da palma da mão e você não encontra duas iguais. Então pra que tentar ser igual?

Esse esforço desnecessário, só gera ansiedade, crises de pânico, bulimias e depressões. E tudo isso pra que? Pra ser mais um seguindo o rebanho? Ser autêntico é bem mais interessante.

Ocupe-se em ser você! Não é difícil, basta ter fé. Acreditar nas suas capacidades, nos seus talentos… na sua forma única de ver a vida e de se relacionar com ela.

É preciso se libertar das ilusões, deixando de se preocupar com o “ter”, focando em “ser”. Mas com limites e sem excessos. Buscando sempre o equilíbrio, se libertando dos padrões… deixando de ser um seguidor de fórmulas prontas, que só nos mantém na superficialidade, e que de tão efêmeras, nem conseguimos acompanhar. Essas ilusões não nos favorecem… seja individualmente ou coletivamente. Opte apenas por ser feliz!

Felicidade não tem idade, nem momento ideal, é mais simples do que parece, é só uma escolha, não precisa de manual, anos de vida, cursos ou seminários. É uma escolha seguida de muita prática.

Namastê!
;)

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