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Por mais absurdo que possa parecer, algumas drogas são vendidas livremente por aí, inclusive com nota fiscal e os governos lucram bastante com isso. As empresas que as produzem investem pesado em propaganda e marketing, criando comerciais que incentivam o seu consumo – quase sempre usando o apelo de pessoas saudáveis e crianças sorridentes.

Normalmente sabem do mal que o produto causa, mas, como não é nada que nos mate instantaneamente, fazem vista grossa e se concentram em ganhar bastante dinheiro enquanto podem.

Depois de uma série de estudos e pesquisas; resolvi publicar (semanalmente) informações que estão escondidas… demonstrando que “drogas” são estas; e quais os efeitos degenerativos que causam no nosso organismo. Garanto que a maioria ficará chocada e buscará uma alternativa para por fim ao consumo destas “drogas legais”.

Mas já aviso: qualquer mudança em seus hábitos dependerá exclusivamente de você. Minha parte será apenas informar. Desta forma, se você não tomar a iniciativa de mudar, pelo menos não poderá falar que não sabia dos riscos que corria.

Como primeira matéria, resolvi falar sobre um “pó branco” que se compra no mercado; demonstrando que, assim como aquele que se compra com o traficante, quem a consome também é um viciado. Açúcar refinado vicia. O açúcar é o pó branco legalizado.

Sim, o açúcar branco, aquele que se coloca em quase todas as bebidas e alimentos do nosso dia-a-dia, como cafés, chás, sucos, bolos, pães, doces em geral; é droga e vicia.

Essa “droga” produz no cérebro sensações similares às da cocaína e da heroína – principalmente nas crises de abstinência. Quer saber como? Continue lendo…

A sacarose (nome dado ao açúcar branco) é um carboidrato simples. Ou seja, só proporciona em sua queima calorias vazias, pois não contém nenhum nutriente. Tudo é eliminado durante a refinação, com a adição de conservantes químicos e clarificantes, deixando o produto branco e soltinho (questão unicamente estética).

Ele é extremamente concentrado (mais ou menos em 1 colher de açúcar você tem quase 1 metro de cana) o que desgasta e sobrecarrega o organismo. Nutricionalmente, não há absolutamente nada em sua constituição para ser assimilado. Além disso a sacarose, uma vez no organismo, se apropria de vitaminas e minerais como o cálcio e a vitamina B1.

A utilização constante do açúcar branco descalcifica e desmineraliza o organismo, proporcionando uma condição super-ácida ao mesmo. Rapidamente, o corpo passa a ter carência de cálcio, magnésio, zinco e selênio… isso pra não citar outros nutrientes protetores.

O efeito da “droga” não pára por aí: o açúcar enfraquece o sistema imunológico, reduzindo a resistência do organismo à vírus e bactérias, deixando a pessoa mais propensa a gripes, rinites, cistites, cáries e a um progressivo desequilíbrio da flora intestinal.

Também está diretamente relacionado ao desenvolvimento da obesidade, hipertensão, diabetes e alguns tipos de câncer, tais como: intestinos, mama, ovários, útero, próstata e rins.

O açúcar branco desregula a produção da insulina. Produzida pelo pâncreas, a insulina é um hormônio que participa no metabolismo dos açúcares no sangue. Quanto mais açúcar se consome maior será a quantidade de insulina lançada no sangue.

Hábitos alimentares ricos em açúcar, desencadeiam um círculo vicioso no qual, quanto mais a pessoa come, mais necessidade sente de comer. Tais hábitos fazem o pâncreas trabalhar constantemente dilatado.

O resultado é uma pessoa mais propensa ao acúmulo de gordura e à voracidade em alimentos que só pioram a saúde. Ou seja, se você come açúcar todo dia, você está se matando aos poucos.

O açúcar estimula o sistema nervoso. Consumido em excesso acarreta um aumento da glicemia. Como é absorvido muito rápido, provoca sua queda brusca logo em seguida. O resultado deste processo proporciona cansaço, moleza, fome, fadiga ansiedade e depressão – o que “motiva” a pessoa a consumi-lo novamente.

Com o passar dos anos o nosso corpo começa a reclamar – vide os casos de diabetes que tem aumentado no mundo todo, até mesmo em crianças. Claro que não podemos culpar somente o açúcar por isso, mas seu consumo em excesso é um dos vilões dessa história.

Atenção pais. Seus filhos andam meio estranhos, irritados, ansiosos ou depressivos?

É fácil perceber que crianças e adolescentes normalmente têm uma alimentação rica em açúcares – a maioria não bebe água ou sucos naturais, somente refrigerantes – por isso, quase sempre estão deprimidos, preguiçosos e com fome constante (compulsiva).

Muitas vezes existem outros motivos, mas podemos atribuir boa parte destes comportamentos ao alto consumo de açúcar. Em uma frase: eles não comem muito açúcar por estarem deprimidos, mas ficam deprimidos por comerem muito açúcar.

(…)

Recentemente, na Universidade de Princeton (New Jersey – USA) foi realizado um estudo com um grupos de ratos (sabe-se que os roedores possuem reações cerebrais semelhantes as do homem, por isso são constantemente utilizados como cobaias), alimentando-os com pequenas doses de água, ração e açúcar branco – igual ao que se compra no mercado.

Com o passar do tempo os ratinhos queriam doses cada vez maiores de açúcar. Assim que se acostumaram ao pó branco, os cientistas cortaram o seu consumo imediatamente.

Adivinhem qual foi a reação dos roedores? Idênticas a de um viciado em crise de abstinência: choro, ansiedade, transtornos obsessivos e colapsos nervosos.

Na etapa seguinte, passaram a oferecer álcool além da ração e da água. Imediatamente os ratos passaram a consumi-lo, evidenciando a existência de alterações compensatórias em suas funções cerebrais.

Continuaram os estudos aplicando uma pequena dose diária de anfetaminas (tão pequena que normalmente não surtiriam efeito algum); como resultado os ratos tornaram-se hiperativos.

– “O aumento da sensibilidade a psicoestimulantes é um efeito duradouro no cérebro que pode ser um componente da toxicomania” – concluiu o Professor Bart Hoebel, cientista da Universidade de Princeton que conduziu a pesquisa.

Na natureza nunca comeríamos tanto açúcar como consumimos em nossas sociedades urbanas – é a sua farta produção e o fácil acesso (preço baixo) que desencadeia seu consumo em excesso. É algo para se refletir, não acham?

A falta de informação a respeito destes males também contribui bastante para o seu consumo desenfreado. Sem esquecer de mencionar que o paladar “se acostuma” com esta quantidade de açúcar que degustamos diariamente.

Com certeza, se você soubesse destas informações que acabo de repassar aqui não colocaria açúcar branco na mamadeira do seu filho, colocaria?

(…)

A solução é simples, pode até ser difícil no começo, mas é só rompermos imediatamente (e definitivamente!) com este hábito.

No início acharemos tudo amargo, apenas meio doce… mas aos poucos, e progressivamente, o verdadeiro sabor dos alimentos começam a reaparecer, destacando-se em suas nuances, e passam a ter seus nutrientes assimilados na íntegra – justamente pelo fato de estarem sendo consumidos sem a presença do açúcar branco.

O desaparecimento dos sintomas mencionados anteriormente é quase que imediato – faça um teste! ;)

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Existem outras formas de adoçar a vida, temos o açúcar mascavo, a frutose e a stévia, também o açúcar demerara e o mel. Os mais indicados são o mel e a stévia – principalmente no caso de diabéticos.

Claro que, consumido em excesso, estes açúcares também vão desencadear reações desagradáveis. A moderação é a chave para um consumo saudável – menos no caso do açúcar branco; que, seja em excesso ou em poucas quantidades continua fazendo mal. Açúcar é “não-alimento”. – definem os especialistas.

Dê espaço ao sabor natural das frutas; sejam elas ácidas, doces ou amargas… acostume-se a outros sabores.

A idéia não é ficar neurótico… afinal todos estamos vivos após anos de vício… mas deixe a opção do açúcar para quando não existir mais nenhuma outra. Mude seus hábitos no dia-a-dia.

Quase tudo o que compramos no supermercado é infestado de sacarose, por isso fica bem difícil fugir. Mas não desanime… apenas aceite que a saída é a mudança radical do comportamento alimentar.

Consuma mais alimentos frescos e crie o hábito de ingerir sucos de frutas naturais, sem adoçante, ou qualquer outro tipo de açúcar. Isso só vai melhorar a sua saúde, livrando-o de cáries, obesidades e alterações de humor. Acredite… é tudo verdade!
;)

Fontes bibliográficas:

O Livro Negro do Açúcar (Fernando Carvalho – 2006)
Sugar Blues – O Gosto Amargo do Açúcar (William Dufty – Editora Ground – 1996)

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Drogas Alimentícias – Parte I by Fabiana Pereira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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Magnífica Simplicidade.

É impressionante como a poesia visual, nos últimos anos – principalmente com o advento das mídias interativas – vem migrando maciçamente das artes plásticas para o cinema, criando uma nova forma de se construir o discurso cinematográfico.

Em “get up and go” de Jordan Clarke, tudo – absolutamente tudo – é de uma leveza poética excepcional… como poucos têm conseguido realizar nos últimos anos, nos dando a medida exata do quanto a iniciativa da ação, motivada pela energia e a ambição juvenis, pode alcançar.

O estilo (e também um pouco a temática) lembram bastante o clássico do skateboard “Yeah, Right!”; mas diferentemente de Ty Evans e Spike Jonze, Jordan Clarke só está começando.

Através de imagens fantásticas, Clarke nos hipnotiza… transportando nossos sentidos para um universo bem particular – daqueles que só vivenciamos através dos sonhos.

Respire fundo, fique em silêncio… aumente o som… e aprecie esta experiência magnificamente simples.
;)

Broadcast 2000 “get up and go” Full from Jordan Clarke on Vimeo.

A qualidade do trabalho de Jordan é surprendente… uma aula de cinema e fotografia… que muitas vezes nos faz lembrar o músico e artista visual japonês Takagi Masakatsu. Clique aqui para ter uma prévia do seu trabalho.

Por hora é isso… deixo mais um pouco do trabalho de Jordan Clarke por aqui – pois tudo que é bom merece bis!
;)

Human Movement in Light from Jordan Clarke on Vimeo.

Magnífica Simplicidade. by Marcius Alessandro Teixeira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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Segundo colocado na Greener Gadgets Conference deste ano, o Power-Hog é o “sonho materializado” de muitos pais que tentam, sem sucesso, conscientizar seus filhos sobre a importância da economia no consumo de energia elétrica ao redor do planeta.

Com o intuito de sensibilizar as crianças para o valor monetário gasto com energia elétrica nos aparelhos eletrônicos, o gadget poderá se transformar numa “coqueluche” assim que estiver sendo comercializado.

“A idéia é captar o interesse dos pais e das crianças para contribuir com a causa ambiental de forma mais ampla.” – explica Tom Dooley, um dos criadores do projeto.

Concebido no clássico formato de um “cofre-porquinho” (ícone de poupança e economia em quase todo o planeta), o Power-Hog é um quase-brinquedo educativo, que se propõe a estabelecer uma associação direta entre o consumo de energia dos principais aparelhos eletrônicos (televisão, video-game, computador, etc.) e o dinheiro necessário para mantê-los ligados. Funciona assim:

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O “fucinho” do gadget é uma tomada fêmea (entrada) onde se liga o aparelho que será aferido; e o seu “rabo” (enroladinho e tudo!) é a tomada “macho” por onde a energia elétrica entra e alimenta o aparelho em questão. Uma vez conectado, insere-se uma quantia em moedas para que o “porquinho” inicie o fornecimento de energia. Após um certo período de consumo, o porquinho avisa – através de sinas luminosos – que o tempo está acabando e que precisa de mais dinheiro para continuar fornecendo energia e manter o aparelho ligado.

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A criança, utilizando sua mesada, descobre então o quanto custa ficar horas com o computador ou o video-game ligados. Uma forma inteligente e lúdica de ensiná-los a economizar energia e dinheiro.
;)

(…)

Desenvolvido em material 100% reciclável, o Power-Hog é apenas mais uma das inúmeras idéias geniais que aparecem todo ano na Greener Gadgets Conference.

Visite o site e fique por dentro de outras soluções inteligentes para otimizar o consumo de energia e reutilizar materiais na fabricação de produtos.

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Conscientizando as crianças sobre o consumo racional de energia elétrica. by Marcius Alessandro Teixeira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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O design nosso de cada dia.

Por que que eu não pensei nisso antes? Uma concha que fica em pé… excelente a sacada do designer japonês Mikiya Kobayashi! A peça foi vencedora do concurso de Design de Produto da província de Toyama, no Japão – uma região próspera para a fabricação de metal, vidro e plástico.

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Que tal um jantar nas nuvens?

Se todo final de semana é aquela indecisão sobre onde jantar, aí vai uma dica bem inusitada. Dinner In The Sky. A “coisa” está fazendo tanto sucesso que os organizadores estenderam a experiência para outros eventos, como: casamentos, shows, reuniões… e por aí vai. Cada louco com a sua loucura!

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Por indicação da senhora minha mãe, li o livro “O que seu médico não sabe sobre medicina nutricional pode estar matando você”, do Dr. Ray D. Strand. Publicado com o intuito de esclarecer o papel da medicina nutricional, o médico baseou-se em pesquisas de várias publicações renomadas dentro da medicina e, principalmente, na sua própria experiência familiar.

O que eu achei mais interessante é o alerta que o Dr. Ray nos faz à respeito da medicina preventiva tradicional. Segundo ele, “ela não previne nada”; pois a utilização de exames avançados, só conseguem realizar um diagnóstico antecipado das doenças.

Dr. Ray acredita que os médicos da medicina tradicional, deveriam instruir seus pacientes sobre como proteger a sua saúde. No entanto, só fazem simplesmente tratar a doença e não preveni-la.

– Tudo poderia ser resolvido com a simples mudança do estilo de vida do paciente. – Afirma ele.

Acontece que, economicamente, é mais interessante, tanto para os médicos, quanto para os grandes laboratórios e a indústria farmacêutica em geral, continuar lucrando (horrores!) ao proporcionar um tratamento prolongado das doenças – através do controle ou da inibição de um determinado sintoma (paliativismo) – do que promover sua prevenção através da comercialização em massa de vitaminas.

O ideal seria que fossem realizadas campanhas para estimular o consumo das vitaminas (principalmente através da alimentação), conscientizando a população sobre a importância na prevenção de doenças. Mas na realidade, isso não acontece e só nos mostra claramente o quanto somos reféns de um governo e de laboratórios farmacêuticos perversos.

(…)

“Se desejamos chamar algo de preventivo, então creio que esse algo deva, de fato, prevenir alguma coisa. Afirmo enfaticamente que a verdadeira medicina preventiva envolve estimular e apoiar os pacientes na adoção de uma abordagem tríplice: comer saudavelmente, praticar um programa consistente de exercícios e ingerir suplementos nutricionais de alta qualidade. Dar aos pacientes condições para evitar a contração de alguma dessas grandes doenças é a verdadeira prevenção”.

– O grande vilão é o tal “estresse oxidativo”. – Ele explica que, estresse oxidativo é o aumento, em determinadas situações adversas e de forma desordenada, da concentração de radicais livres em nosso organismo, provocando diversos tipos de lesões.

“Todos sabemos que o oxigênio é vital para a própria vida. Todavia, ele também é, inerentemente, perigoso para nossa existência. Isso é conhecido como paradoxo do oxigênio. Pesquisas científicas demonstraram, para além de quaisquer dúvidas, que o estresse oxidativo, ou dano celular por radicais livres, é a causa primária de mais de setenta doenças degenerativas crônicas. O mesmo processo que faz o ferro enferrujar ou uma maçã cortada ficar marrom é o iniciador subjacente de doenças como: câncer, apoplexia, artrite, esclerose múltipla, mal de Alzheimer, degeneração macular, osteoporose, doenças auto-imunes, diabetes, fibromialgia, doenças cardíacas, etc.”

“É isso mesmo… estamos, de fato, enferrujando por dentro. Todas as doenças degenerativas crônicas que mencionei resultam diretamente dos efeitos tóxicos do oxigênio. Realmente, o estresse oxidativo é a teoria líder por detrás do próprio processo de envelhecimento.”

Hábitos de vida ruins, como a ingestão de álcool, tabagismo e dieta inadequada; poluição da comida, da água e do ar, exposição à luz ultravioleta, radiação e estresse emocional excessivo, contribuem para o desenvolvimento deste processo.

Em resumo, no estresse oxidativo, o aumento de radicais livres, provoca lesões múltiplas em diversas estruturas e a posterior disfunção do nosso sistema imunológico.

“Para deter o estresse oxidativo, o corpo necessita de antioxidantes em quantidade suficiente para dar conta de todos os radicais livres, e os antioxidantes necessitam de todos os nutrientes de apoio para bem cumprirem sua função.”

“O equilíbrio é a chave para vencer essa guerra sustentada. A maioria dos antioxidantes que obtemos advém de vegetais e frutas. Os antioxidantes mais comuns são a vitamina C, a vitamina E, a vitamina A e o betacaroteno. Podemos obter diversos outros antioxidantes de nossa alimentação; esses incluem a coenzima Q10, o ácido alfalipóico e os coloridos antioxidantes flavonóides. É importante compreender que os antioxidantes funcionam em sinergia, desarmando os radicais livres em áreas distintas do corpo.”

(…)

Ao longo do texto, é legal perceber que o Dr. Ray não faz autopromoção, e sim, desperta as pessoas para uma vida mais saudável e acessível… estimulando a prevenção (muito mais barata e alegre!), do que o doloroso e caro tratamento de uma doença no futuro.

Vale parar um “tempinho”, esquecer as experiências do “ouvi dizer” e dar uma olhada séria neste livro. Aprendi bastante e já comecei a aplicar o conhecimento aqui em casa.
;)

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Cuidado! Você está enferrujando. by Fabiana Pereira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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A luz do sol no fim do túnel.

La Chureca é uma dessas cidades esquecidas pelo mundo, que os países ricos (e os milionários que os habitam), fazem questão de não tomar conhecimento da sua existência. Na verdade, investigando a fundo, descobre-se que sempre há um dedo deles no planejamento delas.

post_diadeluzLocalizada na periferia de Manágua – a bela capital da Nicarágua – é utilizada como depósito de lixo há mais de 40 anos e recebe aproximadamente 1200 toneladas de lixo diariamente. A área do despejo, ocupa atualmente quase 150 hectares, e é o “lar” (nada doce!) de aproximadamente 3.000 famílias (sic), as quais obtêm seu sustento através do recolhimento e triagem de materiais recicláveis e objetos de valor.

Homens, mulheres e crianças trabalham diariamente, num ambiente totalmente hostil e insalubre… em condições subumanas. A prostituição (incluindo a infantil) e o consumo de drogas são os principais problemas que afetam a comunidade. Todos, sem exceção, vivem em condições de extrema pobreza, habitando pequenas cabanas feitas de sucata de metal; sem assistência médica e hospitalar, ou mesmo os serviços básicos de saneamento, educação e habitação.

Irão dizer: – E daí? É só mais um “lixão”, que existe em praticamente cada país, ao redor do planeta; inclusive aqui, no nosso!

Eu prefiro perguntar: – Existe solução?

Enquanto as almas boas espalhadas por aí tentam encontrar uma solução para essa aberração criada pela Ditadura-Socialista (aka Comunismo) do “pau-mandado” Daniel Ortega (gente-boníssima!!!), umas outras andam fazendo o BEM (assim mesmo, com letras maiúsculas!) para as famílias que são vítimas direta desta “marginalização planejada”.

Em Março de 2008, seis cineastas realizaram (ao longo de um dia) um belo documentário, retratando a ação conjunta da fundação Love Light & Melody e o artista Braddigan, no projeto “Dia de Luz”. Centenas de voluntários invadiram a cidade com músicas, presentes e diversão; proporcionando um pouco de alegria e esperança para pessoas completamente destruídas emocionalmente.

Clique aqui para assistir o trailer!

Love Light & Melody é uma organização sem fins lucrativos dedicada ao combate dos problemas físicos, emocionais e espirituais gerados pelas situações de extrema pobreza; empenhada atualmente em amenizar o sofrimento das famílias que vivem em La Chureca. “Nosso objetivo é identificar e satisfazer as necessidades físicas imediatas da comunidade; para depois, progressivamente, restaurar a dignidade destes seres humanos”.

post_diadeluz2Através da implantação e do desenvolvimento de três projetos – Desenvolvimento Comunitário, Orientação Vocacional e Escola da Esperança – a fundação está demonstrando que assistência social, se faz com boa vontade, planejamento e paciência.

É tão bom tomar conhecimento desse tipo de coisa, não acham?

O contraste social na Nicarágua é simplesmente ridículo.

Re-eleito pelo povo em 2006, “o verme” Daniel Ortega – que, dentre outras coisas, já causou uma guerra civil com milhares de mortos… a destruição de uma economia, exílios em abundância… confiscou centenas de terras e propriedades privadas… e foi acusado de ter molestado a própria filha (sua imunidade parlamentar até hoje conseguiu evitar sua condenação no caso!) – está conseguindo piorar o que já era péssimo, através da efetivação de alianças “comerciais” entre o seu governo e as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

Infelizmente, acontecimentos como este passam desapercebidos pela nossa imprensa; que só se ocupam com fofocas, ludibriações, incentivo ao consumo e o culto à vaidade. Mesmo em tempos de internet, onde o acesso à informação se dá de maneira ampla e veloz, não se encontra um artigo sequer no Brasil (sic) falando sobre essa iniciativa.

Diante desse fato, dá uma “tristeeeeeza” ser brasileiro.

Mas essa história tem outra parte legal… é que tem “gente nossa” diretamente envolvida no projeto. O músico Thiago Machado faz parte do excelente trio que vem fazendo este trabalho magnífico, dando uma ducha de humanismo e civilidade em tempos tão fúteis. Além da altíssima qualidade musical, o trio se destaca justamente por fugir dos holofotes da mídia, se negando a utilizar a música como instrumento de enriquecimento pessoal.

Passem o artigo adiante… visitem o site da Love Light & Melody, conheçam o fan-tás-ti-co trabalho do músico Braddigan e, de alguma forma, busquem se envolver com o projeto… é tempo de despertar!

Please everybody: Awake!

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A luz do sol no fim do túnel. by Marcius Alessandro Teixeira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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Sci-fiction… sci-fact!

Quantas vezes já nos deparamos com uma palavra, em um livro, a qual não sabemos seu significado exato? Ou mesmo uma expressão idiomática, que não sabemos a forma correta de pronunciá-la? Nestas horas, parar para procurá-la em um dicionário, quase sempre quebra o fluxo e o prazer da leitura.

E se pudéssemos simplesmente correr os dedos por essas letras e, com um leve toque, obter seu significado ou sua pronúncia diretamente em nossos ouvidos? Ficção-científica ou fato?

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Ainda em incubadora tecnológica, o Touch Hear é um destes projetos que confirmam a expressão “science-fiction, science-fact” – a qual afirma ser uma questão de tempo, a consumação em fato de toda e qualquer ficção científica.

Criado para auxiliar o estudo e a leitura de publicações impressas – inclusive para usuários que possuem deficiência visual – sua utilização é fácil e intuitiva.

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Ao selecionar (por toque) uma palavra ou uma frase num livro (p. ex.), ouve-se seu significado, ou mesmo sua pronúncia correta, instantaneamente. Um scanner instalado no dedo, envia ao receptor do usuário (confortavelmente instalado na orelha) uma gravação em áudio com as informações relacionadas ao contexto selecionado.

Mais um belo exemplo de como a tecnologia pode ser utilizada para expandir a capacidade humana, ajudando-a a transpor seus limites e dificuldades.

Simplesmente fantástico!
;)

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“Por favor, me diz… como foi que você fez pra transportar estes tijolos tão pesados… construindo esse belo caminho, para que eu o percorresse. Você se esculpiu em pedra, com a força de toda convicção… mas bem sei que a sua pele permanece tão delicada quanto a minha.”

A força poética de Daphne Loves Derby é simplesmente sem precedentes na história do rock-independente. Nada se compara… tanto em sonoridade quanto em musicalidade.

A genialidade e o poder de toda convicção juvenil, parecem ser os ingredientes fundamentais que temperam e dão sabor às suas deliciosas melodias.

E tudo reside exatamente na convicção… pois este trio americano, da cidade de Kent (Washington, USA), acima de tudo, acredita plenamente na qualidade do seu trabalho. E no poder da internet…

Daphne Loves Derby foi uma das primeiras bandas (juntamente com Waking Ashland e Sherwood) a disponibilizar suas músicas para download gratuito na internet.

Apostaram num dos sites pioneiros da web 2.0 (PureVolume™) e colheram cedo os frutos “bem maduros” por sua dedicação e amor ao que fazem.

Pra se ter uma idéia do que isso significa; basta saber que, em 2006, a banda alcançou a incrível marca dos 5,300,000 execuções de suas músicas no PureVolume™ (isso mesmo, cinco milhões e trezentos mil !!!)…

Some-se isso ao MySpace e o LastFm e você conseguirá pintar o quadro do que o Daphne Loves Derby representa no cenário musical indie.

Simplesmente um fenômeno!

Enquanto 70% das bandas independentes, na sua maioria Emo, se repetiam em canções que nada traziam em originalidade e personalidade; a banda reforçava (e ampliava), diariamente, sua bagagem musical escutando tudo de Frank Sinatra, The Eagles, Janis Ian e The Cardigans – suas principais influências.

O bacana disso, é perceber que estas influências não ficam claras facilmente – o que só reforça a extrema necessidade da banda de se reinventar a cada canção, fortalecendo de vez uma de suas principais qualidades: a originalidade.

(…)

Fundado em 2002, o grupo vem passando por diversas reformulações na sua formação. Começou como um trio: Jason Call (baixista e menino-prodígio), Kenny Choi (carismático líder, vocalista, guitarrista e principal letrista da banda – que impulsivamente batizou-a com este nome, um tanto quanto, sem significado) e Stu Clay (bateria) compuseram as primeiras canções da banda.

Dois anos depois, se tornaram um quarteto, incorporando Spencer Abbott para reforçar as guitarras e os vocais – o qual realizou um belíssimo trabalho no último disco “Good Night, Witness Light” (2007). Jason, infelizmente deixou a banda em 2006 para se dedicar integralmente, como missionário, à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (a igreja dos Mórmons). Sua presença faz falta!

Daphne Loves Derby

Daphne Loves Derby em sua formação clássica.

Abbott deixou o grupo em 2008… nas suas palavras: “por motivos um tanto quanto complexos de se explicar“.

Ao todo, o Daphne Loves Derby possui oito (08) discos: três (03) álbuns e cinco (05) EP’s. A formação atual (Kenny Choi/Stu Clay/David Sparks) já está em estúdio preparando o novo disco, que deverá ser lançado ainda este ano.

O primeiro álbum “Daphne Loves Derby” (2003) – o mais fraco dos três lançados até então – pode ser considerado o sketchbook da banda… um rascunho, por assim dizer… o simulacro do que viria, na sequência, com o excelente “On The Strength Of All Convinced” (2005) – na minha opinião o melhor álbum da banda.

Tudo nele é perfeito… da primeira à última nota, principalmente se levarmos em consideração as condições de produção de uma banda independente (recursos, infra-estrutura, etc.).

(…)

Bem… devo confessar que eu sou suspeito, pois acompanho a banda desde 2004… me comunico, teço elogios em posts, comentários e twitters desde então.

Mas… independente da minha história, deixo aqui o convite: faça uma incursão no universo musical destes meninos (eles só estão começando!), escutando atentamente cada canção – de preferência com as letras na sua frente.

Se você curte pop-rock, principalmente o independente, será impossível não gostar!
;)

Daphne Loves Derby na web:

PureVolume
LastFM
Letras em inglês…

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Daphne Loves Derby – Com a força de toda convicção. by Marcius Alessandro Teixeira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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Eu realmente não gosto de desiludir as pessoas, mas preciso deixar bem claro (para algumas) o seguinte: o lixo que jogamos na lixeira não desaparece sozinho! Eu sei que pode ser uma descoberta incrível para alguns desavisados, mas a verdade, é que a lixeira não tem poderes mágicos; muito menos o lixeiro.

Cada pessoa produz em média 1 kg de lixo por dia. Somos bilhões de pessoas no planeta, o que complica bastante a situação. Pra piorar (tudo sempre pode piorar!) alguns produtos  demoram de 50 à 100 anos (ou mais) para se decompor; como é o caso do isopor e do plástico.

post_lixoEssa “lixarada” toda polui o solo, as águas, aumenta a emissão de co2 (através da sua queima) e nos condena a um futuro desesperador no planeta.

Não produzir lixo é impossível, mas diminuir sua produção é completamente viável – só precisa de comprometimento.

Isso mesmo, precisamos nos comprometer em sujar menos, em consumir menos… e, principalmente, nos conscientizar  do legado que estamos transferindo para as futuras gerações. Acima de tudo, é uma questão de respeito. Respeito com os nossos filhos e com o nosso planeta – que sempre nos acolheu muito bem.

Tenho uma filha de 9 anos que, recentemente, se deu conta do seguinte fato: daqui a 30 anos, ela e seus amigos é que terão que encontrar uma solução para os problemas ambientais que a nossa geração está causando. E reclamou a beça.

Expliquei pra ela que o ser-humano está em constante evolução e que ainda erra bastante,  e que dá mesma forma, nós estamos nos deparando com os problemas que as gerações anteriores nem sabiam que estavam causando.

Mas no nosso caso a responsabilidade é maior, já que fica cada vez mais claro as consequências dos nossos atos. Não podemos agir como se não percebêssemos que o planeta está sendo poluído… como se não tivéssemos nada a ver com isso.

Pra começar, o que podemos fazer é consumir menos e de forma inteligente. Mudar alguns hábitos consumistas enraizados em nossa cultura – que associamos erroneamente à felicidade e qualidade de vida.

Por exemplo: no Brasil, temos vergonha de reutilizar coisas. Somos um país de terceiro mundo cheio de miséria e pobreza, mas que adora fingir que é rico e próspero. É curioso notar que, exatamente nos países desenvolvidos; a preocupação do governo e da população com as causas ambientais são infinitamente maiores. Por lá, as leis funcionam e a educação ambiental é uma realidade presente.

Talvez por não terem os recursos naturais que temos – ou pelo pouco que tinham já terem sido esgotados – aprenderam rapidamente a preservar, buscando alternativas inteligentes de se viver em harmonia com o planeta. Seria bom se agíssemos sabiamente, aprendendo com os erros e acertos dos outros. E importássemos o que realmente importa: a educação.

Precisamos agir com consciência, nos questionando diariamente: será que devo realmente comprar isso? Eu preciso? Não existe uma alternativa econômica e ecológica mais simples e barata?

Ignorar que nosso planeta está sendo deteriorado,  por ignorância ou por descompromisso é um fato gravíssimo! Nem um bom mágico fará toda a sujeira que produzimos desaparecer de uma hora pra outra; somos nós que teremos que dar uma solução. Temos que pensar coletivamente, deixar o egoísmo e ignorância de lado, mudarmos esse pensamento constante de viver levando vantagem em tudo, transferindo para outros a nossa responsabilidade  e gastando dinheiro à toa.

De tudo o que consumimos diariamente, 40% vai para o lixo imediatamente: são embalagens, sacos, papéis, móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, automóveis, restos orgânicos, etc.

Existem leis sobre reciclagem  no país; mas na prática nenhuma funciona. A coleta seletiva não foi implantada em larga escala. Existem falhas enormes no destino do pouco lixo que é selecionado.

Em todas as cidades brasileiras, o responsável pelo recolhimento do lixo reciclável é a prefeitura, que precisa destinar verba de seu orçamento diretamente para isso e não a empresa que produziu aquele produto.

Como a maior parte das prefeituras não conseguem sequer arcar com as necessidades básicas da população – atendimento médico e hospitalar digno, educação de qualidade, lazer e cultura – não consigo imaginar quando é que vão tomar alguma medida responsável a respeito do lixo.

Mas como tudo no nosso país, se ficarmos esperando o governo ou as autoridades competentes fazerem alguma coisa responsável a respeito,  vamos todos nos dar mal, pois a cada dia que passa nossa situação só piora.

Vamos viver sem ilusões, não existe mágica que faça estes problemas sumirem, mas existe sim uma mágica, que pode fazer com que tudo fique mais fácil e que atua quando as pessoas se comprometem em agir visando um bem maior: é a solidariedade, que muda nossas vidas – independente da classe social – sempre para melhor.

Seja solidário com uma grande causa, solidário com a sua família, com seus semelhantes e com o seu planeta.

Comprometa-se! Algumas sugestões para diminuir a produção de lixo.

• Reutilize potes ou garrafas de plástico, vidro ou latas de alumínio – com um pouco de criatividade você pode fazer coisas lindas e únicas!

• Use suas próprias sacolas nas suas compras – adquira uma ecobag. Existem vários lojas (principalmente na internet) que vendem sacolas de pano lindas e que você pode usar sempre que for às compras. Assim não volta com uma dezena de saquinhos numa simples ida à rua.

• Consuma menos papel – quando possível utilize o verso para anotações.

post_lixo2• Compre frutas e legumes por unidade ou peso, evitando aquelas que ficam embaladas em isopor ou plástico. Além de serem mais caras, as embalagens serão descartadas rapidamente.

• Troque o supermercado pela feira, que não embala os produtos e oferece preços menores. Opte por itens da estação, que proporcionam qualidade melhor e preços mais baixos.

• Crie um cardápio semanal, levando para o supermercado uma listinha só com o que você vai precisar usar naquela semana, desta forma você evita bastante o desperdício.

• Carregue uma garrafinha de água dentro da bolsa, assim você evita gastar na rua e ainda produz menos lixo.

• Se você precisa de um móvel pra sua casa, antes de ir comprar um novo, dê uma passada numa dessas lojas de usados, que normalmente têm peças em bom estado de conservação – geralmente são feitos com madeira de qualidade e duram muito tempo. Quase sempre, só precisam de uma melhorada na aparência – nada que uma lixa e tinta, ou alguns retalhos de tecido não resolvam.

(…)

São pequenas atitudes que, separadas, parecem até não surtir efeito. Mas quando colocadas em prática, coletivamente, abrem espaço para um centena de novas idéias… podendo melhorar em muito a nossa qualidade de vida.

Acredite que, com a mudança de hábitos, menos consumo, mais consciência ao produzir e despachar o seu lixo diário, você está colaborando de verdade para salvar nosso planeta.

Mude hoje sua forma de agir… e cobre as mesmas mudanças de seus parentes, familiares e amigos – a natureza, e os nossos filhos, agradecem.
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Qual vai ser: Mágica ou Comprometimento? by Fabiana Pereira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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A frágil voz de uma otimista.

Em novembro de 2007, escutei pela primeira vez a frágil voz de Ingrid Michaelson, na canção “The Way I Am”, do álbum “Girls And Boys” (2007), que me tornou fã do seu trabalho instantaneamente.

Com um jeito suave e preciso de alcançar notas, suas melodias possuem uma originalidade que há muito não se via no cenário musical.

th_ingridEm composições honestas, sem nenhuma pretensão comercial, Ingrid se revela simples, romântica e humanista… observadora atenta de seus desejos e paixões (longe de qualquer narcisismo), enfatiza em seu discurso, a importância de confiramos em nossas própria potencialidades e na nossa capacidade de viver e agir humanamente. Uma otimista de carteirinha, que nos relembra de forma gentil e delicada o quanto somos frágeis.

Clique aqui para assistir o vídeo da canção Breakable!

Filha de artistas (Carl Michaelson, o pai, é compositor e Elizabeth Egbert, a mãe, é escultora), Ingrid Michaelson começou a estudar piano aos 5 anos de idade e, entre aulas de canto e o estudo da música, cresceu fazendo teatro musical com o grupo “Kids On Stage”, tomando verdadeira paixão pela coisa. Logo se formou pela Binghamton University, tornando-se diretora antes de apontar para a carreira musical.

Talvez por isso, suas composições sejam um tanto pictóricas… com linhas melódicas que nos sugerem cenários e paisagens.

Em 2008, Ingrid Michaelson chega ao seu terceiro disco (“Be OK”) com a maturidade típica de quem ama o que faz… e de quem não está nem aí pra rótulos da crítica ou regras do “falido” mercado (mercenário) fonográfico. Em especial, meu destaque vai para a bela Lady in Spain… um doce exemplo da poesia concreta de Ingrid Michaelson.

Suas canções podem ser ouvidas aqui.

Enjoy It!

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A frágil voz de uma otimista. by Marcius Alessandro Teixeira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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David Merrill, estudante do MIT, realizou na TED Conference deste ano, uma belíssima apresentação do seu projeto de graduação: o Siftables.

Tratam-se de pequenos computadores que interagem entre si para criar redes inteligentes, armazenando qualquer tipo de informação digital (vídeos, imagens, textos e áudios) permitindo a total integração dos formatos computacionais em diversos níveis de operacionalidade, como por exemplo: realização de operações matemáticas; criação de músicas, jogos, ou histórias interativas; manipulação de imagens ou edição de filmes, etc.

Você deve estar se perguntando: o que isso tem de revolucionário?

Pois então… a grande sacada de Merrill foi desenvolver estes computadores em pequenos bloquinhos, com configurações distintas, fazendo com que a interação virtual se dê a partir da manipulação física de cada um deles.

Simplesmente fantástico!!!
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Assistindo a apresentação, ficamos com clara sensação de que uma verdadeira revolução – tanto na pedagogia, quanto nos métodos de aprendizagem – está a caminho.

É interessante notar que; ao se basear nos clássicos blocos educativos de brinquedo (que estiveram presentes na infância de centenas de milhares de pessoas), David reatou com o lado natural e intuitivo do ser-humano – movida por uma dúvida ou pelo desejo intrínseco da simples investigação; a ação física, seguida de uma reação virtual, soa como passe de mágica pra quem experimenta a interface.

(…)

Quem já teve a oportunidade de estudar nos EUA, sabe o quanto os americanos levam a sério a máxima do IHC (“a nova tecnologia, o velho ser-humano”), que serve de diretriz básica para o desenvolvimento de qualquer interface digital.

O que David Merrill fez, acima de tudo, foi um simples (e belíssimo!) trabalho de Design.
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A revolução em pequenos bloquinhos. by Marcius Alessandro Teixeira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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Minha casa, meu reino.

Nada como a casa da gente, né? Pode ser pequena, grande, bagunçada ou hiper organizada, como dizia nossa amiga Doroty: “não existe melhor lugar no mundo do que a nossa casa”.

Primeira casa então é fantástico. Você não tem idéia do que precisa nem como fazer, pede ajuda pra mãe, pra amiga e pra tia. Cada um tem uma opinião e você, acaba fazendo o que quer, ou não fazendo nada ou seguindo a opinião de alguém e se arrependendo depois.

post_casa_reinoAntes de fazer qualquer modificação na sua casa lembre-se que você é a pessoa que terá que conviver com aquilo diariamente. Às vezes, aquela escultura de alce que a sua mãe acha um charme, na loja, te dê sustos à noite quando levantar.

O bom de casa é ter espaço, o ar poder circular, nada de entulhar de móveis e quinquilharias. Só dão trabalho pra limpar e viram mais uma preocupação.

Mas é claro que algumas tralhas a gente se apega, tem carinho, memória afetiva… então mantenha, mas sem excesso. Avalie bem e veja se realmente precisa disso. Se for apego, não se preocupe…  na hora certa você se liberta e vai dar um destino.

Quanto menos pra se preocupar e fazer manutenção, mais tempo livre e mais grana pra fazer outras coisas. Tenha somente o necessário, seja na sua casa, no seu guarda roupa ou na sua vida.

Dicas para casa:

post_casa_reino2Normalmente, quem vive sozinho se descobre um bom gourmet e arrisca várias receitas pra impressionar os amigos e manter mais gente em casa, para um bom bate-papo.

Uma boa dica é ter vasinhos com temperos a mão, são fáceis de cuidar e não ocupam muito espaço. Você pode colocar numa prateleira embaixo da janela, no parapeito interno ou na pia da cozinha (se tiver espaço).

Se rolar uma varanda no seu apartamento fica mais fácil ainda e você pode virar um privilegiado com direito a uma horta particular.

Dá pra colocar os vasinhos em potinhos decorados ou latas bonitas.

Algumas lojas vendem mini-estufas, são praticas e bem bonitinhas, você pode escolher entre plantio de ervas, flores que atraem borboletas ou beija-flores e até um especial para pimentas.

Se você for ambicioso e quiser fazer uma hortinha, esse blog ensina passo a passo a combinações de ervas em vasos. Vale dar uma olhada antes de começar sua empreitada!

Pra ser prático, compre mudas (vende em supermercados, feiras ou na floricultura) e não as sementes (eu nunca consigo fazer com que elas cresçam!), mantendo-as próximas à janela. Molhe uma vez por dia e pronto… sempre vai ter fresco: manjericão pro macarrão, orégano pra pizza, tomilho pro peixe, boldo pro chá (quando acordar de ressaca), hortelã pro suco e por aí vai.

Sua horta sem pesticidas, mais saudável… e dando ao seu reino um charme a mais.

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Minha casa, meu reino. by Fabiana Pereira is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License. Based on a work at awake.clarisinterativa.com.

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Pois é amigos, pasmem! O presidente Lula, depois de aumentar em 42% a fome no Brasil, desde a sua posse, com a invenção do Fome Zero; agora está prestes a legalizar a devastação da Amazônia.

(…)

Já passou no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 6424/2005, de autoria do bandido senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) que, se aprovado, autoriza imediatamente a derrubada de até 50% da vegetação nativa em propriedades privadas na Amazônia.

O projeto foi modificado (entenda-se chancelado!) pela comissão de agricultura do congresso, e, de quebra, legaliza praticamente todos os desmatamentos que nos últimos 40 anos, devastaram cerca de 700 mil quilômetros quadrados da área original de floresta – o equivalente a quase três estados de São Paulo.

O Greenpeace, criou uma campanha no Brasil para mobilizar a opinião pública à evitar que essa barbaridade seja deflagrada. Clique aqui para assistir o vídeo da campanha!

Segue matéria publicada no webSite “Meia Amazônia Não”:

“… o projeto também desobriga os responsáveis pelos desmatamentos de recuperarem o que derrubaram, permitindo que um desmatamento realizado no Pará, por exemplo, seja compensado com o plantio de árvores no Rio de Janeiro.

Os ruralistas defendem a proposta alegando que o projeto incentivará a adesão dos fazendeiros à legislação ambiental e garantirá a sobrevivência de metade da biodiversidade amazônica. A primeira promessa, levando-se em conta o passado da atividade rural na região, é uma dúvida. A segunda uma ilusão.

Na Amazônia, 50% é igual a zero. Com base nas taxas anuais de destruição de floresta, estima-se que, em duas décadas, 31 % dela estarão derrubados, outros 24% degradados e a Amazônia prevista para virar uma savana até o final desse século.

O Floresta Zero é um sinal verde para as motosserras e correntões acelerarem esse processo. Junta com ela, desaparece também a riquíssima biodiversidade da floresta (ainda não totalmente conhecida pela ciência) e as culturas locais além de impactar vários povos indígenas e populações tradicionais.

A floresta amazônica é um recurso natural estratégico para o combate ao aquecimento global. A grande seca de 2005, que enxugou até o rio Amazonas, e ausências localizadas de chuvas, como a que ocorreu no norte do Mato Grosso em 2007, são claros sinais de alerta dos efeitos do desmatamento. A medida que a floresta encolhe, diminui a chuva e a sua capacidade de reter água, condenando a mata a ficar cada vez mais seca e, assim, vulnerável ao color e ao fogo.

Destruir a Amazônia pode reduzir a produtividade agrícola brasileira, provocando um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro.

O desmatamento não traz desenvolvimento econômico ou melhoria na qualidade de vida da população local. Municípios com altas taxas de desmatamento na Amazônia, onde a criação de gado domina o uso da terra, têm índices de desenvolvimento humano abaixo do média regional e nacional.

Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição, agravando uma situação que já coloco o Brasil na incômoda posição de quarto maior poluidor do clima do planeta.”

É preciso colocar um ponto final no desmatamento da Amazônia. É preciso denunciar a bandidagem que domina o congresso nacional.

Acesse o site www.meioamazonianao.org.br e diga aos deputados e senadores que 50 é igual a zero e você quer uma Amazônia por inteiro. Participe deste movimento!