Pois é amigos, pasmem! O presidente Lula, depois de aumentar em 42% a fome no Brasil, desde a sua posse, com a invenção do Fome Zero; agora está prestes a legalizar a devastação da Amazônia.

(…)

Já passou no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 6424/2005, de autoria do bandido senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) que, se aprovado, autoriza imediatamente a derrubada de até 50% da vegetação nativa em propriedades privadas na Amazônia.

O projeto foi modificado (entenda-se chancelado!) pela comissão de agricultura do congresso, e, de quebra, legaliza praticamente todos os desmatamentos que nos últimos 40 anos, devastaram cerca de 700 mil quilômetros quadrados da área original de floresta – o equivalente a quase três estados de São Paulo.

O Greenpeace, criou uma campanha no Brasil para mobilizar a opinião pública à evitar que essa barbaridade seja deflagrada. Clique aqui para assistir o vídeo da campanha!

Segue matéria publicada no webSite “Meia Amazônia Não”:

“… o projeto também desobriga os responsáveis pelos desmatamentos de recuperarem o que derrubaram, permitindo que um desmatamento realizado no Pará, por exemplo, seja compensado com o plantio de árvores no Rio de Janeiro.

Os ruralistas defendem a proposta alegando que o projeto incentivará a adesão dos fazendeiros à legislação ambiental e garantirá a sobrevivência de metade da biodiversidade amazônica. A primeira promessa, levando-se em conta o passado da atividade rural na região, é uma dúvida. A segunda uma ilusão.

Na Amazônia, 50% é igual a zero. Com base nas taxas anuais de destruição de floresta, estima-se que, em duas décadas, 31 % dela estarão derrubados, outros 24% degradados e a Amazônia prevista para virar uma savana até o final desse século.

O Floresta Zero é um sinal verde para as motosserras e correntões acelerarem esse processo. Junta com ela, desaparece também a riquíssima biodiversidade da floresta (ainda não totalmente conhecida pela ciência) e as culturas locais além de impactar vários povos indígenas e populações tradicionais.

A floresta amazônica é um recurso natural estratégico para o combate ao aquecimento global. A grande seca de 2005, que enxugou até o rio Amazonas, e ausências localizadas de chuvas, como a que ocorreu no norte do Mato Grosso em 2007, são claros sinais de alerta dos efeitos do desmatamento. A medida que a floresta encolhe, diminui a chuva e a sua capacidade de reter água, condenando a mata a ficar cada vez mais seca e, assim, vulnerável ao color e ao fogo.

Destruir a Amazônia pode reduzir a produtividade agrícola brasileira, provocando um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro.

O desmatamento não traz desenvolvimento econômico ou melhoria na qualidade de vida da população local. Municípios com altas taxas de desmatamento na Amazônia, onde a criação de gado domina o uso da terra, têm índices de desenvolvimento humano abaixo do média regional e nacional.

Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição, agravando uma situação que já coloco o Brasil na incômoda posição de quarto maior poluidor do clima do planeta.”

É preciso colocar um ponto final no desmatamento da Amazônia. É preciso denunciar a bandidagem que domina o congresso nacional.

Acesse o site www.meioamazonianao.org.br e diga aos deputados e senadores que 50 é igual a zero e você quer uma Amazônia por inteiro. Participe deste movimento!

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Este texto foi postado no dia 01/04/2009 às 11:30 nas categorias: Ativismo, Blog, Destaques. Acompanhe os comentários sobre este post utilizando RSS 2.0 feed. Deixar um comentário, ou trackback a partir do seu próprio site.

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